terça-feira, 4 de março de 2014

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Discurso 01 pg. 15


Considerai o fato de que vossos pensamentos

 e sentimentos no passado construíram

 e criaram a desarmonia 

do vosso mundo de hoje. 

Erguei-vos! Insisto. Erguei-vos! E caminhai 

com o Pai - o "Eu Sou" - para que possais

ficar livres dessas limitações.

Existe apenas uma coisa neste Universo que 

pode rodear-vos de limitação: aceitar

a aparência externa em substituição à Poderosa

 Presença de Deus em vós.

No mundo ocidental é agradável a ideia de 

que basta não crer ou não aceitar a antiga

ideia oriental de feitiçaria para estar protegido

contra ela. A feitiçaria não é senão o mau uso dos

 Poderes Espirituais. Nos campos da política,

 atualmente, está sendo usada a pior especie,

aquela que foi sempre conhecida na história 

da humanidade, a utilização de poder mental

mal qualificado. 

Se essa mesma tremenda força mental fosse 

empregada no sentido inverso, ou seja, 

reconhecendo que só existe Deus em Ação

em todo indivíduo que preenche cargos oficiais, 

aquele que enviasse esta qualidade ou esta

 Verdade não apenas daria libertação a si 

próprio, como também o mundo da política 

seria preenchido com Liberdade e Justiça.

Então, desfrutaríamos de um mundo natural, 

onde a Ação de Deus imperaria em toda parte.


Acontece hoje o que aconteceu outrora


no Egito: aqueles que fazem mau uso 

do poder mental suportam o suplício da 

desarmonia, após encarnação. 

Fazei o seguinte propósito: Eu não aceito

condições de quem quer que seja nem de 

coisa alguma que me cerque a não ser de

 Deus, do Bem e do meu "Eu Sou", sempre 

comandado por Deus" 

Tendes necessidade de adquirir o hábito

de governar vossa energia. Sentai-vos

três ou quatro vezes por dia, e simplesmente

tranquilizai o eu exterior. Isto permitirá que 

vossa energia seja suprida. Aprendei a

 comandar e a controlar a energia em vosso

 corpo. Se precisardes de energia calma - 

sede calmos. Se precisardes de energia 

ativa sede ativos. Deveis enfrentar as 

situações e superá-las. O discípulo

precisa estar alerta e descobrir seus hábitos,

destruindo-os. Não deveria haver 

necessidade de apontá-los porque

ele tem obrigação de olhar para dentro 

de si mesmo e extirpar tudo 

o que não é perfeito. 

Isso traz consigo uma liberdade impossível 

de ser obtida por outra maneira. 

Conservar seus velhos hábitos é justamente 

como vestir velhas roupas usadas. 

O discípulo não deve esperar que alguém

faça essas coisas com ele. Ninguém

senão ele próprio deve fazê-lo. 

Neste trabalho, e sob esta radiação, 

tudo o que se acha latente no indivíduo  

vem à tona para ser consumido. Cuidai

bem para não fixar a atenção sobre o que 

não quereis ver aparecer em vossa vida. 

É totalmente ridículo continuar relembrando

insucessos do passado. Se construistes 

vossas limitações durante séculos e podeis 

por vossa atenção e esforço pessoal, delas 

vos libertar em poucos anos, então não vale 

a pena? Não é maravilhoso?

Para fugir a uma circunstância desagradável,

às vezes, o meio mais rápido e poderoso

é empregar o senso de humor, pois uma 

disposição alegre e animada libera a energia

que muitas vezes permite uma transformação

maravilhosa. 

Aquele que se esforçar resolutamente por

se libertar invocando a Lei do Perdão

poderá consumir todas as criações passadas

na Chama Violeta Consumidora e ser livre.

Deveis ficar conscientes de que a chama 

é a Presença Ativa de Deus agindo,

transmutando e purificando.

Quando tiverdes a intuição de fazer algo

construtivo, executai-o com perseverança

completando-o. Que a manifestação venha

ou não agora, é coisa que não deverá 

absolutamente ser considerada.

Mesmo que só intelectualmente os 

estudantes conheçam uma coisa, sem 

tê-la experimentado, não devem permitir

que a mente continue retrocedendo a 

condições imperfeitas, quando  sabem que

lhe são nefastas. É inacreditável

que as pessoas não consigam subjugar

esse inimigo em suas consciências. 

Nenhum discípulo poderá triunfar, até que 

cesse de voltar-se para as velhas condições

negativas de que está procurando se 

libertar.

Todo o trabalho de um mestre é conseguir

meios de explicar ao discípulo a atividade da 

aceitação. A mente aceita aquilo com que 

o indivíduo concorda, através de sua atenção,

deixando que os dois se tornem um. Quando

a mente aceita e concorda com uma coisa

ou condição, a pessoa automaticamente a 

incorpora ao seu mundo. Onde quer que 

deixeis vossa atenção deter-se, estais 

concordando com o que lhe diz respeito 

e aceitando; porque, pela atenção, fazeis

com que a mente se torne una com a coisa 

focalizada.

Se uma pessoa visse uma cascavel enrolada, 

iria aproximar-se para ser atacada? Claro 

que não! Entretanto, é isso o que fazem os

discípulos quando permitem que sua atenção

se volte para os seus problemas. 

Há apenas duas atividades na Vida, e se não 

deixardes o Interior governar de acordo com

o Seu plano de Perfeição, é então o exterior

que se sobrepõe. Quando um quadro 

construtivo é projetado sobre vossa mente, é

uma realidade; e essa realidade vem à tona 

se nela fixardes vosso pensamento.

 É possível alguém tornar-se tão consciente

de sua própria Presença de Deus, que a 

qualquer momento pode ver e sentir Sua 

Radiação vertendo sobre si mesmo.  

Em relação a coisas superfluas, o externo 

deposita toda a confiança no mundo da 

matéria. Compete ao discípulo obrigá-lo

a confiar na Perfeição de Deus como confia 

na imperfeição dos sentidos. 

O discípulo deve sempre contar consigo

 mesmo; e constantemente pensar: "Como 

posso usar as inspirações que me foram 

dadas para intensificar esta atividade?
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Se imagine sempre dentro de sua
Divina Presença "Eu Sou"